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segunda-feira, 5 de maio de 2014

Professores de Cariacica entram em greve por tempo indeterminado

Os professores da rede municipal de Cariacica entraram em greve, na manhã desta segunda-feira (05). De acordo com o Sindiupes (Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Espírito Santo), a categoria reivindica reajuste salarial, e recomposição das perdas inflacionárias.
De acordo com a prefeitura de Cariacica, todas as escolas aderiram à greve. Os professores da rede municipal se reúnem em assembleia na próxima quarta-feira (07), no período da tarde. Além de Cariacica, os professores da rede municipal de Vila Velha e Vitória também estão em greve desde o mês de abril.

Por Meio de nota, a Prefeitura de Cariacica informou que no momento, não há expectativa de negociação. Disse ainda  nenhum Momento, Não HÁ Expectativa de negociação. Disse ainda que ficou acordado com o sindicato dos professores um reajuste de 4% no mês de maio, e um reajuste de 1% nos meses de julho e novembro. Além disso, o professores que trabalham 25 horas, passam a receber o auxílio alimentação relativo a 30 horas; e os que trabalham 35 horas, passar a receber o auxílio alimentação relativo a 40 horas (valor: R$ 150,00).

Segundo a prefeitura, a secretaria de Educação está estudando ainda a possibilidade de um aumento no auxílio alimentação até dezembro deste ano. Informou ainda que, a princípio, o ponto dos professores não será cortado, pois há o indicativo de que essas aulas serão repostas. A proposta de calendário de reposição deve ser entregue também na quarta-feira (07), quando será realizada a assembleia da categoria.
Rede estadual
Já os professores da rede estadual de ensino se reúnem em assembleia também na próxima quarta-feira (07). A reunião, porém, será realizada às 09 horas, no Centro Sindical dos Bancários, em Vitória.
Reivindicações
A pauta de reivindicações dos professores estaduais em greve possui 14 pontos. Dentre eles está a reposição inflacionária na folha de pagamento, aumento no auxílio alimentação, além de mais investimentos do governo na área da educação.
O ponto que gera mais atrito entre governo e categoria é a reposição inflacionária. Os professores pedem, pelo menos, o aumento de 5,91%, o que corresponde à inflação calculada pelo Indice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). No início do ano, o governo concedeu aumento de 4,5% e diz que não tem como conceder aumento devido a lei eleitoral que proíbe o governo de conceder aumento seis meses antes das eleições. Com o impasse, governo e professores não chegam a um acordo.

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